AI Delivery Cells
modelo de entrega para destravar valor na era da IA

Especialistas direcionam a IA para o que traz retorno ao negócio, com uma capacidade de execução ampliada que se ajusta à demanda.

O que você pode alcançar

Velocidade que vem com rigor

A dti responde pela capacidade de entrega e pelas métricas de resultado combinadas com você, no lugar do número de pessoas alocadas.

2 a 3x

mais velocidade na entrega de valor, com time e processos redesenhados para a IA.

Gates automáticos verificam qualidade, aderência arquitetural e segurança antes de cada merge.

Por que um novo modelo de entrega?

A IA mudou o que mais exige esforço em um projeto de software.

Decidir o que construir e verificar o que foi entregue passaram a pesar mais. Para ir além do ganho marginal com IA, a forma de entregar software também precisa mudar.

Como funciona

Duas partes complementares

Núcleo de Inteligência: estrutura fixa do modelo. Um grupo enxuto de profissionais experientes que entra no negócio para identificar onde está o valor, testa ideias com rapidez e responde pelos resultados ao longo de toda a parceria.

Célula de Execução: estrutura variável, ativada quando o projeto pede mais volume de construção. Cresce ou diminui conforme a demanda e trabalha com o Núcleo em um mesmo processo AI-Native.

Núcleo de Inteligência

Onde o DNA de serviço da dti entra no seu dia a dia

Com a IA, criar um protótipo funcional leva muito menos tempo. Por isso, o Núcleo valida as ideias com protótipos, MVPs e testes de hipótese, e a decisão parte de uma solução que já funciona.

  • 01

    Entender o contexto

    Analisa o objetivo de negócio e estima o retorno sobre o investimento de cada iniciativa.

  • 02

    Sustentar uma opinião

    Desenha a solução e a testa na prática antes de definir o que vale construir em escala.

  • 03

    Responder por resultados

    Define com você como o resultado vai ser medido e acompanha os indicadores depois do go-live.

Célula de Execução

Onde a eficiência da IA aparece

A Célula de Execução assume a construção do que o Núcleo priorizou, com agentes de IA acelerando todas as etapas, da construção aos testes.

  • Quando entra

    Sob demanda

    Entra quando o volume de construção justifica e sai quando o trabalho termina.

  • Como trabalha

    AI-Native

    A IA participa de todas as etapas da construção, com capacidade de entrega muito acima do modelo tradicional.

  • Dimensionamento

    Flexível

    Tem o tamanho definido pela necessidade e pela ambição do seu negócio.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre as AI Delivery Cells

Converse com a dti

As AI Delivery Cells são o modelo de entrega da dti para a era da IA, organizado em duas partes. O Núcleo de Inteligência é um grupo enxuto de especialistas que analisa o desafio do negócio, mapeia o ROI de cada iniciativa, prototipa a solução e cria as especificações que orientam a construção. Ele é permanente e responde por essas decisões ao longo de toda a parceria, inclusive depois do go-live. A Célula de Execução é ativada quando o projeto pede mais volume de construção e tem o tamanho definido pela necessidade e pela ambição do negócio. As duas partes trabalham em um mesmo processo AI-Native.

Em um squad tradicional, times multidisciplinares desenvolvem soluções customizadas, e a entrega escala com o número de pessoas. Nas AI Delivery Cells, um Núcleo de Inteligência enxuto decide com você o que construir, e a Célula de Execução usa a IA para escalar a entrega.

O principal diferencial é o Núcleo de Inteligência, uma frente permanente dedicada à decisão. Ele define com você o que vale construir e como medir o resultado, segue presente mesmo sem construção em andamento e acompanha os indicadores depois do go-live. Assim, a capacidade de construção ampliada pela IA vem acompanhada de quem decide onde aplicá-la para gerar valor ao seu negócio.

Sim. Os especialistas do Núcleo têm à disposição a experiência acumulada de toda a rede dti, que conta com mais de mil profissionais multidisciplinares e centenas de projetos em diversos setores.

Sim. O Núcleo atua mesmo sem uma frente de construção aberta, com diagnóstico, business case e validação de ideias por protótipos. A Célula de Execução é ativada quando surge volume de construção.

O Núcleo e a Célula se combinam de formas diferentes conforme a necessidade. Em um novo desafio de negócio, o Núcleo começa pelo diagnóstico e valida as primeiras ideias antes da construção em escala. Em um produto em evolução, o Núcleo define as prioridades, e a Célula de Execução acelera o backlog. Em projetos de modernização e sustentação, a Célula trabalha com os kits de IA da dti, e o Núcleo orienta as decisões técnicas e de negócio.

O contrato toma como referência a capacidade de entrega com IA, no lugar do número de pessoas alocadas. A dti também responde pelas métricas de resultado combinadas com você e pela qualidade de cada solução, avaliada desde a primeira entrega a partir dos critérios de aceite.

Da combinação de três mudanças. A primeira é a topologia das AI Delivery Cells, com o Núcleo de Inteligência e a Célula de Execução. A segunda é o AI-Native SDLC, o processo de desenvolvimento que a dti redesenhou para a IA: as disciplinas trabalham sobre os mesmos artefatos, e protótipo, especificação, código e testes ficam em um só repositório. A terceira são os kits de IA da dti, que orientam e verificam o trabalho dos agentes. Juntas, essas mudanças permitem entregar valor de 2 a 3 vezes mais rápido, com o rigor que projetos corporativos exigem.

Com kits de IA proprietários, instalados nas IDEs agênticas. São três: o ai-native.kit, para desenvolvimento, o ai-refactor.kit, para modernização de legado, e o ai-ops.kit, para sustentação. Os kits atuam em dois momentos. Antes da geração, guias definem o que a IA pode fazer, com qual contexto e sob quais regras de arquitetura e de segurança. Depois, sensores verificam comportamento, aderência arquitetural e manutenibilidade, e gates automáticos barram o que sai do padrão antes do merge. Além disso, a especificação orienta a geração do código, e a revisão humana fica nos pontos de decisão. Assim, a verificação acompanha o ritmo da IA.

A dti é agnóstica e trabalha com as principais IDEs agênticas do mercado, como Claude Code, Cursor, GitHub Copilot e Codex, sem lock-in. A escolha segue o Radar dti, que classifica ferramentas, técnicas, plataformas e frameworks em Adote, Experimente, Avalie e Evite, com curadoria do time de engenharia.

Os kits de IA da dti delimitam o que cada agente faz, com qual escopo e com qual contexto. Com isso, o gasto com tokens fica previsível e observável ao longo do projeto, em vez de aparecer como surpresa na fatura.

Como as AI Delivery Cells podem gerar valor no seu negócio?

Vamos explorar juntos as oportunidades que o modelo torna possíveis no seu contexto.

Fale com especialistas