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Um computador capaz de identificar um assalto e chamar a polícia? Uma das habilidades da visão computacional. Conheça!

E se os computadores fossem capazes de identificar, sem ajuda humana, que um assalto está ocorrendo? Ou um sequestro? E se pudessem identificar a identidade de um suspeito e imediatamente alertar a polícia?

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Para o campo da Visão Computacional essa realidade fica cada vez mais próxima. Com algoritmos que reconhecem certos padrões de comportamentos suspeitos, crimes podem ser evitados e os suspeitos podem ainda ser identificados, tudo automaticamente.

A DTI Sistemas desenvolveu uma solução capaz de identificar certos movimentos suspeitos em um determinado local, bem como memorizar e identificar os suspeitos. Um software intuitivo, leve, desenvolvido em .NET com a biblioteca Open CV, para fins de estudos sobre a capacidade da biblioteca e dos conceitos de Visão Computacional

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Um algoritmo implementa as principais etapas de Visão Computacional :

 

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  • Aquisição das imagens: captura das imagens utilizando câmeras de segurança
  • Armazenamento: as imagens são armazenadas em memória para que seja possível trata-las.
  • Processamento:
    • Pré-processamento: correção das imagens para que a interpretação seja mais fácil. Em geral é feita uma redução dos ruídos da imagem e correção de iluminação
    • Segmentação: Os objetos em movimento são separados do plano de fundo. Em seguida um filtro seleciona quais desses objetos são pessoas na cena
    • Reconhecimento e Interpretação: O comportamento das pessoas na cena é avaliado e finalmente interpretado como suspeito ou não.
  • Saída: As imagens são exibidas em um monitor bem como as mensagens de alerta resultantes da etapa de interpretação.

O software é capaz de reconhecer movimentos suspeitos como:

  • Permanência de uma pessoa em cena acima do normal

Na região dos caixas eletrônicos de um banco, por exemplo, uma pessoa que fique quase uma hora pode ser considerada suspeita. O software identifica a pessoa assim que ela aparece na imagem e dispara uma rotina de contagem de tempo da sua permanência em cena e compara com um valor máximo.

  • Pessoa que efetua muitas inversões de rota

No monitoramento do portão de uma casa, por exemplo, se o software perceber que uma pessoa fica constantemente indo de um lado para o outro na imagem ele sinaliza como suspeito. Cada vez que a pessoa muda de direção um contador é incrementado e quando um valor máximo é atingido a sinalização é feita.

  • Velocidade acima do normal

É possível configurar o que seria uma velocidade normal de deslocamento. Caso a pessoa ultrapasse esse limite, por exemplo, no caso de uma fuga ou corrida brusca para abordagens, o software identifica o movimento, bem como seu autor.

  • Uma pessoa que subitamente se deita no chão

Útil para detectar situações de rendição de reféns, ou até mesmo a queda de um idoso no monitoramento de uma casa de repouso.

  • Invasão de uma área restrita

O usuário é capaz de definir uma área na cena a ser monitorada onde é proibida a entrada de pessoas

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Além de reconhecer essas situações o software é bastante flexível, sendo capaz de mapear a área que está monitorando para conseguir definir seus parâmetros.  Por exemplo, na saída de um estádio de futebol as pessoas se movimentam com uma velocidade bem maior do que em um banco. Além disso foi dada uma importância alta ao fazer o software de maneira limpa, intuitiva, que proporcionasse uma agradável e fluida experiência do usuário. Afinal de contas não há nada pior do que um software extremamente eficiente, porém impossível de se configurar, certo?

Para identificar suspeitos é utilizada uma solução de detecção facial. Vamos supor uma hipótese simples: uma loja de conveniência sendo monitorada. Um problema que esse tipo de local enfrenta corriqueiramente é de pessoas que tentam levar produtos escondidos sem pagar. Uma vez que essas pessoas são detidas o que se pode fazer? Ao tirar algumas fotos e coloca-las no nosso software ele se torna possível de reconhecer essa pessoa no futuro, o que traz grande segurança para esses locais. Digamos que é possível montar uma espécie de “Black List” (lista negra):

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Como podemos perceber, as aplicações da visão computacional na vida moderna são inúmeras, não somente em segurança. Imagine que podemos ajudar a monitorar idosos, crianças ou grandes multidões, monitoramentos que podem se tornam inviáveis se confiarem apenas na capacidade de observação humana.

A DTI tem experiência em visão computacional e pode ajudar a sua empresa. Converse com a gente.

Por: Ludmila Lopes e Jéssica Saliba