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True Agile: Três princípios que definem uma empresa ágil

2020 apresentou um cenário desafiador para as empresas, e, para muitas, esse foi o momento de começar a colocar o ágil em prática. Visando uma contenção dos danos, várias organizações recorreram à metodologia ágil para otimizar sua adaptação às mudanças. Diante disso, as filosofias ágeis vêm se destacando no mercado de trabalho e merecem sua atenção. 

Empresa ágil

Nascida no universo da TI, a metodologia ágil tinha o objetivo de otimizar o processo de desenvolvimento de softwares. Após apresentar resultados muito positivos, ela acabou ganhando espaço nas demais áreas de uma empresa. Mesmo atingindo fama no mundo dos negócios, o agilismo ainda carrega alguns estigmas e pressuposições, como a associação à velocidade de produção e entrega. Mas, na verdade, o termo se atrela muito mais à adaptabilidade. Quer saber mais dessa história? Clique aqui e fique por dentro.   

Na prática, uma empresa ágil é aquela capaz de responder às mudanças propostas pelo mercado, como vem sendo necessário durante a pandemia de COVID-19.  Mesmo no home office, a agilidade ainda se faz presente na casa de cada colaborador. Essa presença é vista pelos ritos, permanência da entrega de valores e senso de equipe. Nesse sentido, ser ágil é injetar a adaptabilidade na veia e conquistar novos espaços à medida que surgem novas demandas.

São diferentes tópicos e conceitos presentes no amplo universo ágil. Como não conseguimos detalhá-los aqui,  separamos abaixo três princípios do conceito Agile que não podem ficar fora da sua empresa: 

Onde a união faz a força    

Para conquistar uma postura agilista, o primeiro passo é organizar a estrutura de trabalho entre os funcionários da empresa. Essa organização deve consistir na formação de equipes menores que trabalham focadas no mesmo propósito, com integrantes que possuem capacitações complementares e sejam capazes de entregar valores constantes.  

A interação diária entre os membros dessas equipes garante que todos trabalhem no mesmo ritmo. O contato é feito por conversas e reuniões periódicas que alinham as demandas e necessidades do time – que ganha o nome de SQUAD. Um Squad está sempre junto, mas nada impede um integrante de colaborar com outros grupos, o que gera um sistema de redes de interação. 

“[…]caminhamos durante muitos anos para um modelo cada vez especializado, hierárquico, focado em departamentos, com metas e reconhecimentos individuais e com uma mentalidade de comando e controle; o que seria o oposto ao modelo para o qual fomos selecionados geneticamente, que é um modelo tribal, mais multidisciplinar, orientado a um propósito, com maior autonomia em um nível de tribo e muito mais flexível.” Vinicius Paiva, CEO da dti Digital 

Esse sistema, formado por diferentes grupos, é o tema do próximo tópico. 

Do vertical pro horizontal: um movimento necessário   

Outro princípio básico em uma empresa ágil é a estrutura em rede. Entrar nesse tópico é questionar os padrões de instituições mais tradicionais: hierarquia, cargos definidos e plano de carreira, construindo uma relação vertical entre os funcionários. Em uma estrutura em rede, as equipes são autônomas, proporcionando um crescimento desvinculado da relação de “poder” entre os cargos. 

Nesse modelo de trabalho, o conceito de liderança também é renovado e provoca a coordenação tradicional de equipes. A cobrança nas empresas é, na maioria das vezes, feita sobre os líderes. Com essas mudanças, a responsabilidade é difundida e todos os colaboradores se sentem corresponsáveis pela realização das tarefas. 

Aqui, a prioridade é o cliente 

Enxergar o consumidor como o mais importante do processo parece uma ideia básica e já aplicada no mundo dos negócios há décadas. Mas não é. Quem nunca passou horas no telefone esperando por atendimento e soluções que nunca chegam? A relação de compra e venda se dá muito além da troca pura e simples do produto pelo capital. Dessa forma, “a disputa pelo cliente” acaba deixando de lado a história e o valor real da empresa.   

A relação transparente entre Empresa – Cliente é de grande importância para a construção de uma costumer experience. A atitude de empatia com o cliente começa ainda na base, com os Squads – times reduzidos que facilitam uma relação mais próxima e imersiva. Essa imersão no contexto do cliente torna possível uma compreensão muito mais aprofundada acerca das dores dele e o consequente desenvolvimento de soluções muito mais eficazes. 

Afinal de contas, por que ser ágil? 

  • Alcançar melhores resultados em um ambiente onde o “agora é para ontem”; 
  • Otimizar o processo de entrega de forma orgânica e leve para a empresa; 
  • Adaptação das empresas em diferentes cenários e contextos;
  • Garantir que o pensamento de todos os funcionários seja centrado em um bem comum;  
  • Horizontalidade na relação entre liderança e demais funcionários;  
  • Manter a proximidade e transparência com o cliente. 

Empresas ágeis

No decorrer do artigo, te apresentamos os princípios básicos para uma empresa ágil, mas esse é um universo muito mais extenso e rico. Então, se você quer saber mais sobre o tema, confira os outros artigos do nosso blog e não perca os novos episódios do podcast Os Agilistas. 

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