Saiba tudo sobre cultura ágil pelos experts da dti.

Ouça e acompanhe nas plataformas abaixo.

SoundCloud
Spotify
iTunes
M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Imagina que você tem um squad e ai de forma muito bem intencionada você começa a planejar, a empresa começa a planejar o que esse squad deve fazer no próximo ano, por exemplo. De forma mais bem intencionada ainda, começa a pensar em quais objetivos ou qual principal objetivo de negócio aquele squad deveria cumprir. Imagina que aquele squad, por exemplo, vai cuidar de algum sistema que tenha a ver com vendas, só para ficar mais concreto, então aquele principal objetivo do squad vai ser de aumentar as vendas. Parece ser um caminho muito natural isso, vamos definir como objetivo daquele squad aumentar as vendas, colocar essa meta de forma bastante tangível e fazer o squad a partir de agora traçar hipótese e procurar atingir aquele objetivo. Só que tem um pequeno problema aí. O que acontece nas empresas normalmente entre essa intenção de definir uma meta e um desafio para o squad e o que acontece na prática? O que acontece é que essa meta inicialmente, por exemplo, de venda, vai ser uma meta individual de algum vendedor ou de algum (PO) [00:01:20] ou de alguém da área de negócios. O fato de ser uma meta individual já significa que ela estará necessariamente atrelada a alguma bonificação individual. Ao se comprometer com aquela meta, aquela pessoa ou aquele grupo de pessoas que não são necessariamente nem do squad, eles vão naquele momento começar a pensar o que eles têm que fazer para bater aquela meta. Parece bom isso, porque o objetivo do negócio é justamente faze-los pensar nisso. Só que o problema de faze-los pensar nisso nesse primeiro momento é que como o squad que vai atender aquele grupo vai trabalhar no longo prazo, aquele grupo ou aquela pessoa não sabe exatamente o que aquele squad tem que fazer, mas como ele está totalmente comprometido com uma meta, o que vai ser o raciocínio inicial? Vai ser o raciocínio de definir um tanto de funcionalidades que aquele cara ou aquele grupo acredita que o squad tem que entregar. Então, vocês percebem a cilada que está acontecendo aí? Uma intenção inicial de se partir de um objetivo de negócio, como esse objetivo o negócio acabou virando uma meta individual de alguém e como esse alguém na preocupação de bater aquela meta já tem que fazer um plano, esse plano dele necessariamente volta a ser um plano mais waterfall, mais um plano de funcionalidades que faz com que você defina um escopo para o squad. Então, na verdade você tem um squad que vai muito mais perseguir um escopo do que propriamente aquela meta de negócio. Então, qual que é a conclusão final? A meta não deveria ser individual, idealmente não deveria ser de bonificação individual, essa meta tinha que ser do squad e o squad junto deveria traçar hipóteses e perseguir objetivo. Isso tudo é contaminado desde o início se você atribui essa meta a um indivíduo ou a um grupo que não está junto do squad 
: :
os agilistas

ENZIMAS #13 Metas individuais

Ficou com dúvidas?

contato@dtidigital.com.br
R. Antônio de Albuquerque, 330 – 14° andar
Savassi, Belo Horizonte – MG, 30112-010