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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Outro dia, eu estava tendo uma conversa super bacana com a Patrícia Fumagalli, do grupo Anima, e a gente estava discutindo sobre a necessidade de gerar resultado, que é óbvia para todo mundo, mas as consequências de a gente não conseguir gerar resultado, de a gente não conseguir gerar valor para o negócio. É interessante que, é claro, a consequência principal é que pode estar gerando valor. Eu estou querendo analisar, aqui, as consequências para o próprio time e como você não gerar valor pode deturpar a adoção do próprio ágil. O que eu quero dizer com isso? Se você não consegue provar que está gerando valor para quem está te contratando, esteja você em um departamento interno que tem um cliente dentro da própria empresa, seja um fornecedor junto com você, mas se você, de fato, não consegue provar que está gerando valor por meio de alterações em algum QPI, algum indicador importante, alguma forma de mensurar aquilo, o que resta à área de negócio é cobrar ou prazo ou escopo. E a gente já viu até no episódio que a gente chama A Maldição do Escopo como esse tipo de cobrança começa a deturpar totalmente a execução ágil e praticamente impede a adoção do ágil. Então, essa questão de gerar valor é fundamental em um time que quer ser ágil, porque é a única forma que você tem de entregar algo para o negócio que te tranquilize, que tire a sua ansiedade e que te permite realmente parar de preocupar tanto com prazo, mas principalmente parar de preocupar tanto com escopo.
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os agilistas

ENZIMAS #25 Livre-se da Maldição do Escopo

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