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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Hoje eu queria falar um pouquinho sobre como as empresas médias e as empresas pequenas devem encarar a transformação digital. A gente aqui na DTI recebe duas vezes por ano, ano passado foi assim, esse ano deve acontecer de novo, a turma do MBA executivo internacional da Dom Cabral. Quando eles fazem o módulo de digital eles vem aqui na DTI e a gente fala sobre bussiness agility. Em um desses encontros, houve uma pergunta de uma pessoa de uma empresa média, uma empresa menor, falando o seguinte, “nesse contexto de transformação em que os recursos vão ser escassos, ou seja, a gente sabe que o profissional de TI, do digital, está cada vez mais escasso, que o gap é grande e que as empresas grandes vão competir por esses recursos e que isso acaba sendo uma necessidade (inint) [00:01:00] intensivo, como a gente fica?” De forma bem simples, a pergunta dele é como ficam as empresas menores que também vão precisar entrar nessa transformação. Na minha visão, o que acontece é o seguinte, se por um lado ele está certo que as empresas pequenas e médias têm uma desvantagem em relação às grandes porque elas não têm como partir dezenas de squads, elas não têm como competir tão fortemente pelos melhores recursos por questões de dinheiro, eles têm menos dinheiro do que as empresas grandes. Existe, por outro lado, um diferencial que as pequenas e médias empresas em tese deveriam ter e deveriam usar muito nesse momento. Esse diferencial é que, por terem estruturas menores, essas empresas podem, realmente, se transformar em estruturas que são capazes de sentir e responder mais rápido do que as grandes. Eu falo sempre em tese, porque a gente sabe que mesmo em pequenas e médias empresas você pode ter o líder que não dá autonomia, muito traço de taylorismo, muito traço de hierarquia. Mas é claro que, para estruturas menores, deveria ser muito mais fácil fazer essa mudança mais rápido e gerar valor em curto prazo, priorizar melhor. Ou seja, se por um lado as empresas menores têm menos recurso, elas deveriam conseguir gastar o dinheiro muito melhor e em muito mais curto prazo, tirando proveito dessa capacidade para avançar na geração de valor. Eu acredito, realmente, que o caminho nesse mercado que vai competir tão fortemente por esses recursos é esse.
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os agilistas

ENZIMAS #29 Competindo com Gigantes

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