Saiba tudo sobre cultura ágil pelos experts da dti.

Ouça e acompanhe nas plataformas abaixo.

Soundclound
Spotify
iTunes
M1: Bom dia. Boa tarde. Boa noite. Esse é mais um episódio de enzimas. Breves reflexões que ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Pessoal, hoje eu queria fazer uma enzima sobre um assunto interessante que surgiu na gravação de um podcast nosso aqui e achei que valia uma enzima, é o conceito de atrogenese. Eu aprendi esse conceito lendo o livro sobre antigragilidade do Nassim Taleb e atrogenese é um termo aí da medicina que seria você fazer o mal tentando curar a pessoa, é o remédio fazer o mal e não a cura, ou seja, atrogenese é o que todo o médico deveria evitar, se ele conseguisse, você causar o mal, na verdade, procurando a cura. E o que Nassim Taleb fala que acho super interessante como reflexão é que em geral consultores, lideranças, as pessoas que são chamadas para resolver situações problemáticas situações de crise etc., poxa elas são chamadas justamente para falarem para que algo seja feito, se você vai trazer um especialista e vai pagar pela presença dele, ele tem que falar que alguma coisa tem que ser feita, mesmo quando o melhor remédio fosse não fazer nada, mesmo quando o melhor remédio, por exemplo, fosse só esperar, mesmo quando o melhor remédio, por exemplo, fosse acalmar as pessoas. Então veja que interessante que é isso, a gente aqui na DTI tem uma experiência muito grande, de muitas situações em que um time está ali em crise, não é que você não faz nada. Você tenta voltar aquele time simplesmente a situação normal dele. Você não procura uma medida mágica, uma ação especial, alguma coisa que mude o jogo de forma assim fenomenal. É igual sempre brinco sempre o exemplo de líder que a gente vê de filmes americanos é o líder faria esse tipo de coisa. Muitas vezes quem chega ali, ele chega simplesmente fazendo as pessoas se acalmarem e voltarem a fazer o que elas deveriam fazer e criando condições para que elas façam isso. É claro que isso aí é fazer alguma coisa e fazer uma coisa muito importante, mas aos olhos de alguém de fora poderia perguntar assim: “Poxa, mas você não foi lá e achou a pessoa que é responsável ou você não foi lá e fez a medida tal que é responsável. Aí você fala: “Não. Eu fui lá e criei só as condições para o time poder trabalhar”. Então a reflexão que eu queria deixar aqui é isso. Muitas vezes fazer menos é melhor do que fazer muita coisa.
: :
os agilistas

ENZIMAS #46 Menos pode ser mais