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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas: breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.M2: Pessoal, sempre que eu faço a palestra de business agility, eu gosto de tentar explicar o contexto de transformação digital de entender por que o mundo agora é VUCA, ou o mundo é BANI, ou o nome que a gente quiser dar, por que é um mundo de tanta incerteza, de tanta invenção, de tanta inovação, onde as empresas não podem ficar sossegadas. E lendo um livro sobre o futuro do trabalho, eu achei interessante uma colocação que o autor faz, ele fala que esse contexto agora é fruto de quatro leis. Uma a gente já conhece muito, acho que talvez alguns já conheçam todas as leis, mas uma é a famosa Lei de Moore, que a gente sempre cita, que foi a lei lá que Gordon Moore iniciou na década de 60, em que ele fazia a previsão de que os processadores iriam dobrar de capacidade a cada 18 meses. Isso vai acontecendo com consistência. Ainda que estejamos esbarrando agora nos limites, a computação em paralelo, e talvez a computação quântica, vão continuando fazer essa capacidade de processamento crescer. Junto com isso você tem a Lei de Gilder. A Lei de Gilder é uma lei em que esse especialista em tecnologia, Gilder, ele basicamente brevê que a capacidade, a banda, o (inint) [00:01:36] redes, a capacidade de transmissão de dados das redes cresce mais rápido o que a capacidade de processamento, podendo dobrar a cada seis meses, alguma coisa assim. Então vocês imaginem. Recentemente mesmo, eu li uma notícia que já estavam pensando no 6G na Europa, que seria oito vezes mais rápido. Estavam começando alguns estudos. Você soma isso à Lei de Metcalfe, que mostra que o poder de uma rede, ele aumenta com o quadrado nas conexões. Então quanto mais conexões você tem numa rede, aquela rede tem um poder que aumenta com o quadrado. Então se você dobra a quantidade de conexões, você multiplica por quatro, digamos assim, o poder daquela rede, o que explica esse sucesso de redes sociais como o Facebook, etc. E por fim existe uma lei que chama Lei de (inint) [00:02:30], que é um engenheiro chefe do Google, em que ele mostra que você não precisa de tecnologias novas, de inventar nada novo, para fazer muita inovação. Você tem apenas que combinar, fazer um mashup de várias tecnologias já existentes. Então eu acho interessante a gente pensar nesse contexto. No final, as inovações surgem pelas combinações de tecnologias que aparentemente nem eram adequadas umas às outras, e isso aí é confirmado por essa Lei de (inint) [00:03:07]. Você tem um mundo onde você tem redes poderosíssimas; você tem o aumento de (inint) [00:03:13] que permite a (inint) [00:03:13] de tudo quanto é informação, o tempo todo; você tem um aumento de processamento absurdo; e você tem, no meio dessa história toda, a criação contínua de inovação. E é isso aí que explica esse mundo VUCA que a gente vive, ou esse mundo BANI, que é uma outra sigla que o pessoal tem falado agora. Eu acho interessante comentar sobre isso porque, ao invés de a gente pensar só de forma abstrata, a gente entender isso, de onde as inovações vêm, entender que elas vêm dessa quantidade de conexões enormes viabilizadas por essa quantidade de transmissão de dado, viabilizado por esse incrível poder de processamento e aí essa sigla deixa de ser algo abstrato para ser algo bastante concreto.
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os agilistas

ENZIMAS #80 – De onde vem o mundo BANI ou VUCA?

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