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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.M2: Olá, pessoal, quem conhece a história de Dorothy, Dorothy junto com seus amigos e o seu grupo que foi formando em uma jornada, cada um com suas características, cada um com suas dores, todos estavam buscando a mesma coisa, estavam buscando orientação, estavam buscando guia e a pessoa que poderia resolver essa dor era o famoso mágico de Oz, depois de aventuras e desventuras, eles efetivamente encontraram um ser quase que mitológico, cheio de fogos, cheio de gases, um tamanho amedrontador que lá, pode buscar a informação, pode buscar o que eles estavam tanto procurando. Só que, como a gente sabe na história, olhando por detrás dos panos, olhando no backstage, olhando na coxia, basicamente toda aquela produção, toda aquela simulação estava sendo feita por um homem, por uma pessoa que com suas engrenagens, com suas simulações estava sim, tornando aquele ambiente memorável, tornando a experiência de falar com o mágico de Oz, algo inesquecível. Então, trazendo isso para o nosso mundo de produto, basicamente uma das formas de a gente testar e validar, e desenvolver o nosso MVP, o nosso minimum viable product é a forma proposto pelo próprio mágico de Oz, que o próprio mágico de Oz nos ensina, que é um produto real em operação, mesmo que em todos os seus bastidores seja uma ópera de arame basicamente, tudo seja feito de forma manual, não escalável, mas olha que interessante, mesmo o modelo sendo extremamente oneroso, não escalável, aquela simulação proporcionou que os seus clientes, os seus usuários, quem pretendemos resolver as dores, efetivamente experimentasse algo muito próximo do real, ou seja, eu consigo entender a percepção de qualidade, valor, interpretado, percepção de preço. Então, são várias experiências que por meio dessa simulação eu consigo já aprender e no final das contas o que a gente busca nas nossas descobertas, no nosso MVP, é isso, quais de todos os aparatos que estamos propondo, efetivamente gera valor, efetivamente resolve uma dor. Então, o quê que eu consigo fazer? Quais foram os pontos mais importantes para eu fazer no now? Talvez eu ainda não estou pronto no next, e um dia no nosso later. Tendo essa interação, eu consigo melhorar, já aprender efetivamente com o meu cliente. Existem casos super clássicos como a easy táxi, por exemplo, que por meio da easy táxi ele conseguir integrar, juntar, quem buscava táxis com quem oferecia o serviço de táxi, mas por traz das cortinas, por traz desse nosso back office, basicamente eram pessoas puxando engrenagens, unindo, ligando, ou seja, várias ações manuais. Ok, entendido isso, a easy táxi conseguiu perceber o valor que ela efetivamente conseguia entregar, validar esse valor e ir para rua, aí sim, desenvolver o seu produto de forma mais segura, de forma mais confiante, até de forma mais efetiva, porque as principais percepções já haviam sido coletadas. Então, é isso gente, o meu convite é olharmos nossas histórias clássicas por um outro prisma e nos perguntar o que efetivamente a gente consegue aprender com cada uma delas, fico por aqui, um abraço e até a próxima.
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os agilistas

ENZIMAS #95 Mágico de Oz – Cassio Scozzafave

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