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Inovação Aberta para Scale-Ups

Como transformar sua empresa em uma Scale-Up? Nos dias atuais, as empresas não podem focar só em desenvolver sua eficiência: Elas precisam, além disso, inovar continuamente pensando na experiência do consumidor, que assume o centro dessa relação. Para isso, é preciso pensar na inovação aberta, a qual vai além da empresa e considera o ecossistema no qual ela está inserida. 

Convidamos o Reinado Donadio, diretor de inovação na Endeavor Brasil, para participar do episódio #139 do nosso podcast, Os Agilistas. Nele, Donadio fala sobre inovação aberta para Scale-Ups. Continue lendo e aprenda mais sobre esse modelo de gestão que acelera a inovação.

O que é inovação aberta?

Esse é um termo de 2003, criado por Henry Chesbrough. Até esse momento, as grandes indústrias e empresas detinham capital próprio para investir no seu desenvolvimento. Esses processos eram feitos por meio de recursos privados, concentrando a inovação apenas na mão de empresas que tinham capital para esse investimento. Isso se chama inovação fechada.

A partir da chegada da tecnologia e sua democratização, somada a uma visão empreendedora e ao agilismo empresarial,  surge a inovação aberta. A inovação aberta é um modelo de  gestão que tem como objetivo acelerar a inovação nas organizações. Ela promove a colaboração com pessoas e organizações externas à empresa. Ou seja, combinar recursos internos e externos, integrando empresas, clientes e mercado,  visando impulsionar a cultura de inovação.

Esse é um conceito que defende o uso de recursos externos, além dos internos, para que a inovação aconteça. Seja devido ao apoio de universidades, investidores ou outras empresas.

“A inovação aberta é um paradigma que pressupõe que as empresas podem e devem usar ideias externas, bem como idéias internas, e caminhos internos e externos para o mercado, à medida que as empresas buscam o avanço tecnológico.” Henry Chesbrough.

O que são as Scale-Ups?

Esse é um termo utilizado para se referir a empresas com o crescimento acelerado e que mantém uma escala de crescimento de, pelo menos, 20% por três anos seguidos. Esse crescimento se dá tanto pelo número de funcionários quanto  pela relação ao capital e receita gerados pela empresa. 

As Scale-Ups são modelos de negócio altamente escaláveis, os quais apostam na inovação aberta para se destacar no mercado e ocupar espaço. Porém, de acordo com a Endeavor, “nem toda empresa de alto crescimento é uma Scale-Up”.

Quais as características de uma Scale-Up?

Elas são empresas que:

  • Têm sua solução ou produto tracionado no mercado;
  • Têm um modelo de negócio sólido e escalável;
  • Possuem uma operação robusta;
  • Contam com uma mentalidade inovadora;
  • Crescem pelo menos 20% ao ano. 

A diferença entre Scale-Ups e Startups

A diferença desses modelos organizacionais é a forma que o negócio se torna escalável. Podemos dizer que as Scale-Ups são uma evolução das startups, afinal de contas, as startups trazem produtos ou serviços inovadores, mas encontram dificuldade em escalar e expandir no mercado. Quando isso é alcançado, a empresa se torna uma Scale-Up.

A Endeavor atua diretamente no crescimento e alcance dessas startups, que são as `’irmãs mais novas” das empresas de grande impacto, através da inovação aberta.

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A influência das Scale-Ups no crescimento econômico do país

Os empreendedores de alto impacto, ou as Scale-Ups, são as principais alavancas para o crescimento sustentável do país. Eles impulsionam o crescimento da renda e a criação de novos empregos, impactando o ecossistema como um todo. Estamos vivendo em um momento no qual os empreendedores brasileiros estão bem capacitados, tanto do ponto de vista técnico quanto do de business intelligence

Somado a isso, as pessoas que estão no ambiente de investimento estão dispostas a investir e correr mais riscos de capitais em prol da inovação.

Cultura ágil e inovação das empresas

A mentalidade e a cultura ágil, quando aplicadas em negócios, criam espaço para que mais inovações aconteçam. Isso é um resultado de uma cultura que não teme o erro e utiliza os desafios para entender como impulsionar os negócios de forma ágil, uma vez que os produtos estão em constante aprimoramento.

O ágil permite que as empresas ousem na inovação, uma vez que a validação por meio de testes ajuda a legitimar de forma rápida as ideias e a propor novas melhorias dentro dos processos. Além disso, essa é uma cultura que empodera os times, criando um ambiente autônomo e mais propício para a inovação acontecer.

Os desafios das empresas para inovar

Os desafios das empresas para consolidar uma cultura de inovação está muito relacionado a mentalidade. Muitas pessoas menosprezam a construção dessa mentalidade inovadora por não entenderem que a parte prática depende dela para acontecer.

Se torna mais complexo inovar quando se tem uma cultura organizacional resistente às mudanças e uma liderança inadequada que não abre espaço para experimentações e aprendizado. Isso torna os processos ficam ainda mais desafiadores.

Os horizontes da inovação

De acordo com a McKinsey, existem três horizontes de inovação dentro das empresas. Eles conectam o presente com futuro buscando inovar nos processos já existentes, sem esquecer do que acontece ao seu redor para inovações futuras. Eles são: 

H1: Inovação para resolução de problemas operacionais;

H2: Inovação de processos, negócios e produtos já existentes;

H3: Inovação para uma criação disruptiva.

Para ter espaço de inovação, os colaboradores precisam de tempo para ter ideias e pensar em criações disruptivas.

Qual o melhor momento para inovar?

Diferente do que muitos pensam, o melhor momento para inovar é quando a empresa vai bem. Quando sua empresa não está numa boa fase, muitas vezes faltam recursos e os colaboradores estão sobrecarregados em busca de melhora dos resultados. 

Quando a empresa está em um bom momento, é importante aproveitar para pensar no futuro e tomar decisões de forma calma. É necessário que as lideranças da empresa não se coloquem acomodadas apenas mantendo o que já está certo, afinal essa é uma oportunidade para pensar em novas iniciativas para se destacar no mercado. A inovação não pode ser negligenciada.

Para concluir, estamos vivendo um bom momento para inovar. Isso se deve ao fato de estarmos em uma onda de empreendedorismo, na qual as pessoas e empresas têm interesse em investir externamente em inovação. A difusão dessa mentalidade promete um futuro ágil, dinâmico e inovador. 

Quer conferir mais sobre esse assunto? Escute o episódio #139 d’Os Agilistas e confira mais sobre a Endeavor, que constrói uma rede de empreendedores que estão à frente das Scale-Ups. 

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