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Schuster: Bom dia, boa tarde, boa noite, vamos começar mais um episódio dos Agilistas onde a gente vai falar de um tema que eu acredito que vai ser muito bacana que é transformação digital da Potencial Seguradora. E a gente quer trazer uma visão aí que eu acho que é super interessante, que é uma visão mais tecnológica arquitetural, porque um aspecto fundamental dessa transformação que iremos detalhar daqui a  pouco essa ambição, essa visão da Potencial de se tornar uma plataforma onde você pode plugar uma serie de soluções. Então, a gente vai explorar muito bem o que é que é esse conceito ai de plataforma tecnológica, o que significa ser uma plataforma. E também um desafio enorme que existe que é fazer isso num mercado que é tradicional, no mercado que é regulado, numa empresa que também é tradicional, já tem vários produtos você tem que conseguir ir dando um jeito de criar essa plataforma, você tem que continua fazendo o que já existe funcionar, enfim, é um desafio grande, mas é o que o pessoal está fazendo o que já existe funcionar. Enfim, é um desafio grande, mas é o que o pessoal está fazendo na Potencial, então nós vamos ouvir um pouco das histórias. Então, para essa conversa hoje aqui por parte da DTI a gente está com o Fabricio, tudo bom Fabricio?Fabricio: Olá, tudo bem?Schuster: O Fabricio, ele é tech manager aqui da tribo nossa que atende a Potencial. Estamos aqui como Jiban, que é um famoso arquiteto aqui de Minas Gerais, o Jiban era arquiteto antes de os arquitetos estarem na moda. O Jiban tem uma experiencia enorme aí com arquitetura, é uma grande referência, muito bom recebê-lo aqui, tudo bem Jiban?Jiban: Tudo bem Schuster? Tudo bem, Fabricio? Obrigado pelo convite, obrigado pelas palavras também, mas eu brinco bastante, eu falo para o pessoal que eu sou desenvolvedor de software ainda até hoje. O pessoal começou com a moda de arquitetura e de falar sobre isso há um tempo agora, mas estou aí dentro da Potencial aceitando esse convite deles, do Daniel que está como diretor na Potencial para ajudar a Potencial nessa transformação. Estou lá hoje como gerente de arquitetura e tentando fazer, como você falou, nesse mercado regulado, nesse mercado tradicional uma transformação aí justamente dado esse movimento de mundo (vulca) [00:02:22] e muitas incertezas que a gente tem aí.Schuster: Então, para começar, Jiban. Como eu falei aqui antes, a Potencial tem essa ambição, essa visão de se tornar uma plataforma e aí sendo uma plataforma de referência você consegue gerar muito negócio sob essa plataforma. Mas para ficar mais tangível o que é exatamente se tornar uma plataforma e qual o tipo de exemplo que você poderia dar, sabe? Do que é que essa visão vai permitir para a Potencial?Jiban: A gente escuta falar sobre a plataforma tem diversos conceitos, diversas pessoas que trazem conceitos sobre isso, inclusive, tem livros que falam sobre plataformas digitais que vem falando justamente sobre conectar produtores com consumidores, como se fosse um Market Place, outros modelos como o pessoal falou plataforma de Uber e tudo mais. O que é que a gente está fazendo dentro da Potencial, e aí definindo isso? É uma fundação modelo que a gente acredita bastante que é possível ser reprodutível ou reproduzir esse modelo de seguro para qualquer tipo de seguro que a gente pense em operar dentro da Potencial. Então é como se fosse assim, a gente tem uma forma, aquela forma ela arredonda e a gente pode fazer qualquer tipo de bolo baseado naquela forma. Então, de qualquer sabor, mas que ele sempre siga aqueles mesmos padrões. Então a gente entende que seguro ele tem um modelo operacional, ele tem diferenças que são atrelados como avaliar o risco de cada produto porque são diferentes, mas a gente acredita bastante que tem um chassi, um modelo que seja possível ser replicável para os diversos tipos de seguros que a gente tem. Como a gente tem dentro da Potencial seguros do ramo de mobiliário, seguro no ramo diversos, seguro no ramo de garantia, então a gente acredita nisso.Schuster: Interessante, porque você deu o exemplo falou um chassi, carro é assim, tem vários carros são construídos sobre uma plataforma ali, então, ou seja, tem a ver com você reaproveitar e especializar para determinados tipos de seguros ou determinados negócios, não é isso?Jiban: É isso mesmo. Então assim, a gente tem um modelo único que é possível ser reprodutivo como você falou aí, é igual um chassi de carro, a partir desse chassi a gente coloca peças em cima desse chassi e modifica pequenos elementos. Então um chassi de um carro ele tem diversas variações, eu posso ter sedan, eu posso ter a parte dele que é mais utilitário, mas a base dele continua intacta e fechada para que novos modelos sejam estendidos a partir dali.Schuster: Então, quando você em extensão aí é tanto para a própria Potencial especializando produtos novos que porventura queira oferecer, mas também terceiros, não é isso? É assim, ou seja, você começa a de alguma forma fica mais fácil você entrar no ecossistema ser alavancado por aquele ecossistema, não é?Jiban: Possibilitar novos negócios.Schuster: Vocês têm exemplos assim disso, não que talvez estejam acontecendo, mas que poderia acontecer?Jiban: Sim, a intenção desse chassi ou dessa plataforma é que nós possamos assim conectar aquela estrutura que a gente construiu de seguro com novos players ou inclusive novos negócios. Vou dar um, tentar trazer um exemplo aqui, como falei, a gente tem seguro de risco diversos que ele basicamente é balizado em equipamentos, equipamentos grandes, equipamentos agrícolas e assim por diante. Então, a gente poderia conectar essa plataforma a elementos que estão embutidos dentro daquele maquinário para que ele pudesse ajudar a gente a prever ou avaliar se um sinistro vai ocorrer ou não, e até mesmo ajudar se aquele produtor, ou aquela dona daquela máquina possa utilizar aquela máquina com um grau de exaustão maior, porque ele tem uma previsibilidade, por exemplo, de uma chuva de granizo que vai destruir a plantação dele toda. Então, a gente poderia ajudá-lo a permitir com que ele trabalhasse com a máquina em exaustão justamente porque a gente conectaria essa plataforma, esse modelo nesses players, tanto para capturar eventos ou capturar informações de máquinas, ou equipamentos, quanto liberar também para que outros negócios sejam operacionalizados. Por exemplo, negócios do tipo, “vamos conectar com bancos, vamos conectar com novos modelos de venda”, não só a estrutura tradicional ou normal que a gente tem hoje de venda através de corretor.Schuster: Não, é interessante, acho que a palavra plugar aí é bem importante. Assim, de repente, pode algum player terceiro aí que vocês nem conhece imagino no futuro pode estar plugado na plataforma vendendo um seguro especifico no momento que é importante ali, utilizando um serviço da plataforma e se plugando nela com mais facilidade.Fabricio: O interessante é que isso possibilita para novos players, para novos mercados, mas também possibilita assim, também agiliza a abertura de novos produtos dentro da própria Potencial. Porque uma vez isso feito para um produto como aquilo ali já está naquele chassi, já foi concebido, a possibilidade de replicação disso para outros produtos é maior, a gente acredita que seja maior, que seja mais fácil e que seja mas rápido. E isso faz com que os outros produtos eles agreguem outras coisas, coisas novas, plataforma e possibilita com que isso também sejam disponibilizados para outros produtos.Schuster: Ou seja, a promessa, a antiga promessa do reuso finalmente será cumprida?Jiban: E principalmente fazer com que o negócio foque no negócio que é análise de risco. Então, essa (pipe) [00:08:22], esse chassi ele vai se preocupar com o que deve se preocupar, com as coisas que são padrões em todo o seguro. Habilitar novos negócios com esse mundo completamente acelerado, como agora também tem as (enxurtex) [00:08:36], é algo que a gente olha e tem que de fato sempre projetar, tentar projetar que é muito difícil o que vai acontecer para que a gente possa de fato ser alugável. Assim como o chassi de carro mesmo como a gente falou, eu posso tirar uma roda e colocar outra de outro modelo, que me dá um outro tipo de performance, um ouro tipo de característica, mas que o principal ainda seja mantido.Schuster: Cara, muito interessante. Eu acho que essa parte aí ficou clara, o pessoal, deve dar para entender bem o que é que é esse conceito. E acho interessante como o digital está ligado ao negócio mesmo, porque do jeito como vocês falam é um grande habilitador do negócio. Cara, você vê que essas coisas vão ficando impossível de separar, realmente, ou seja, ele é um habilitador de que o negócio possa focar mais, por exemplo, na avaliação de risco. Agora, aí uma pergunta que eu acho interessante fazer para alguém que está de fora ouvindo e que não tem conhecimento técnico é assim, mas qual a diferença de fazer a plataforma ou fazer um software para a asseguradora. Não é só que agora que vocês estão resolvendo chamar de plataforma, por que é que isso não é só fazer o software e pronto? Porque é que, eu sempre falo todo episódio, eu gosto de pensar nos céticos, alguns céticos que falam, “lá vem os caras inventando mais um nomezinho”, mas é o mesmo software que sempre fizeram aí não sei quanto tempo.Jiban: O desafio é enorme, é bem diferente, quando você constrói um sistema no modelo tradicional para uma única utilidade, ele é bem focado, ele é especialista, ele está ali direto para entregar aquela única funcionalidade que ele foi projetado. Então é como se você tivesse que fazer uma faca e essa faca ela foi projetada para cortar um único  tipo de material, quando você faz um produto específico para aquilo ele só funciona para um seguro de uma determinada natureza que entrega determinados tipos de risco, então esse é um desafio, quando você faz um único sistema ele é especialista. Quando você faz ou tenta fazer, que é essa ambição que a gente está tentando fazer ali uma plataforma ou algo que ele abraça esse universo de seguro, ele entra num outro campo de preocupação que é o desconhecimento de o que é novo, o que eu tenho que fazer para atender algo que eu não conheço? Então, é um caminho muito mais incerto, é como se você tivesse que projetar um canivete suíço, que você não sabe o que é que ele vai cortar. E esse é o grande desafio. Então assim, a capacidade que a gente tem que preocupar com ser alugável, ou seja, a gente vai plugar em algo que é redondo ou em algo que é quadrado? E se aquele negócio que a gente projetou que é redondo tiver que entrar numa estrutura que é quadrada o que é que a gente tem que fazer? Então, a incerteza ela está todo dia batendo na porta de a gente que está construindo essa plataforma, porque a gente conhece o que a gente conhece hoje, a gente não conhece produto do lado, ou expectativa que vem amanhã. Então, tecnicamente, falando os requisitos e as necessidades e as preocupações são muito diferentes, porque a incerteza é muito maior, você não sabe para quem você está projetando.Schuster: Entendi. E uma coisa que eu imagino e deve ser complexo mesmo com a minha experiencia assim, é porque também quando você tenta fazer algo genérico você corre o risco de fazer algo super complicado, também, assim, você começa a pensar em mil situações para alguém consumir aquilo, para alguém usar aquilo e aí fica complicado demais. Mas se você subestima o problema demais também você não cumpre o objetivo de ser genérico, parece que o Fabricio quer comentar alguma coisa.Fabricio: Não, só porque o Jiban colocou essa ideia, não é bem dificuldades, mas um desafio de construir a plataforma e eu acho que a gente tem um outro desafio paralelo que o restante da empresa, o restante da Potencial não parou de evoluir, os outros produtos que hoje já estão no mercado, os novos produtos que estão sendo disponibilizados eles não pararam de evoluir, eles não pararam de ser criados. E aí, essa dificuldade que o Jiban falou de entendendo as coisas com o passar do tempo, estão (se tornando) [00:12:55] mais evidente ainda.Schuster: A realidade é conhecida, mas ela está mudando também?Fabricio: Exatamente.Jiban: Abraçar a incerteza toda hora, então é ter incerteza que a gente vai errar, é ter certeza de que a gente tem que corrigir rápido, é ter certeza de que o passo da frente a gente não conhece. Então assim, para não cair e é um desafio muito grande Schuster, a gente trabalhar o time para que o time também não entre na necessidade de construir algo além do que necessário, do que seja necessário construir, sabe? Trazer essa complexidade para algo que não precisa. Então, a experimentação constante.Schuster: Então, como é que vocês têm feito para evitar esse over architecture que é um problema sério, assim, as pessoas com boas intenções, cara, elas vão falar e fazem um over architecture é a coisa mais comum que existe. É muito difícil, inclusive, para quem é bom aceitar botar um (deb tech) [00:13:50], não é? Porque por mais que seja deliberado a decisão, a pessoa fica achando que é um pouco de incompetência, que podia ter pensado, é um conflito meio. Só que muitos eu imagino que tem, senão estiver gerando débito é porque não está, é porque está fazendo over architecture deve até ser um indicado disso. Como é que você faz, quais que são as orientações aí para poder evitar esse problema do over architecture aí?Jiban: Dentro da Potencial, ou dentro do time nós temos 3 perguntas básicas que é dado qualquer tipo de problema, qualquer tipo de necessidade nós perguntamos, “essa é a solução mais simples que você já pensou?” A segunda pergunta é, “ok, qual que é o custo de fazer essa solução simples?” E a terceira pergunta é: “e se a gente estiver errado, o que é que a gente precisa fazer para corrigir esse erro?” Então assim, é sempre pensar no que é mais simples para ser feito e aceitar que a gente vai ter débito. E isso constantemente está no nosso dia a dia, então isso acabou que o time todo internalizou isso de uma forma para algumas pessoas mais traumáticas, para outras pessoas menos traumáticas, mas já internalizou que o feedback é melhor do que construir a solução ideal. E aceitar que interações e incrementos de software são importantes para fazer com que essa transformação ocorra. O Fabricio, deu o exemplo aí de que a Potencial ela está em constante construção, existem sistemas que já existem dentro da Potencial há muito tempo e existem coisas novas que estão sendo construídas ou sistemas novos que estão sendo construídos para tomar lugar ou para abraçar coisas que anteriormente, estavam sendo feitas de forma que não estavam atendendo mais a demanda. Então, citando um exemplo aqui que a gente passou agora, nesse exato momento, nós estamos construindo uma solução de pagamento dentro da Potencial. Só que a plataforma já foi lançada o primeiro produto nela no ano passado, mas como é que a gente ia lançar o primeiro produto sem ter pagamento? Então, nós não esperamos ter uma solução de pagamento que a gente acredita que deveria ser feita para que a plataforma existisse. Então nós já conseguimos colocar esse debito lá dentro, construímos uma pequena porção para provar o que é que a gente queria exercitar de pagamento, exercitamos essa questão que a gente queria fazendo de pagamento, e aí sim agora nós estamos passando por um processo de trocar aquela peça, que para a gente era uma peça bem pequena dentro do nosso sistema, dentro da nossa solução para a solução que a gente acredita agora que é a solução que tem aí (volume) [00:16:44] de pagamento dentro da Potencial. Então assim, é abraçar a incerteza é isso que a gente colocou, é abraçar a incerteza, construir pequeno e entender de fato que isso pode mudar e se tiver que mudar ok, é o caminho da transformação.Fabricio: E o interessante desse exemplo que o Jiban deu e aí também fazendo uma analogia com o fato de a Potencial ficar lançando novos produtos e evoluindo os produtos já existentes. Essa parte do pagamento, por exemplo, ela foi testada digamos assim, como o produto que foi construído, plugado na plataforma que tinha a necessidade de fazer uma coisa diferente na parte de pagamento e aí a gente fez esse pequeno modulo e ok, para esse produto, para o lançamento deles especificamente funcionou, ok, estamos com produto lançado. Só que para os próximos ou até para a evolução do próprio produto, nós precisamos evoluir agora essa parte especifica de pagamento. E aí eu acho que a gente traz uma outra complexidade que é o desenvolvimento em si, porque onde a gente arruma tanta gente, para poder desenvolver a bendita da plataforma? E aí eu acho que uma coisa interessante que foi acontecendo ao longo do tempo é que os times de produtos eles contribuem para a plataforma desenvolvendo na plataforma. Então até isso a plataforma trouxe de diferente, da forma de concepção de construção lá dentro do potencial, que antes era muito focada nos produtos iguais o Jiban falou, só que agora a gente tem que pensar de uma forma mais ampla. Então, até a própria construção o desenvolvimento, o desenvolvedor, o que está codando mesmo lá tem que preocupar com isso.Schuster: Então, ou seja, a plataforma está ajudando a (inint) [00:18:33] é isso, de uma certa forma?Jiban: Pode-se dizer que sim e trazendo uma visão de contexto muito maior, então assim, não tem um time mais que ele é responsável só para aquele produto. Então, se ele está entrando na plataforma e a gente acredita que temos que fazer, por exemplo, um faturamento que é uma coisa que está acontecendo agora, ok, o time que naturalmente ele é do produto do fiança ele vai fazer esse modulo, esse embrião do sistema financeiro que é de faturamento. Então com a plataforma, assim não com ela somente, mas com um modelo mental da corporação como um todo nós conseguimos introduzir essa visão de necessidade da empresa e visão de time. Então, como o Fabricio falou a gente não tem, nós não temos desenvolvedores infinitos. Então, o que a gente acabou fazendo foi trazer capacidade dos demais times para resolver necessidades que a empresa estava precisando naquele momento e que sim, essa necessidade se conecta com essa visão de plataforma da Potencial.Schuster: Então assim, é claro que não existe receita não, mas como é que foram as suas histórias então? Vocês começaram escolhendo um produto e construindo uma plataforma e depois isso foi forçando os outros a entrarem, como é que foi mais ou menos essa sequência, inverter, como é que foi?Jiban: Essa é uma boa pergunta, porque por experiencia passada existia a possibilidade, “não, vamos construir a plataforma sem produto nenhum”, aquela plataforma hipotética que estava somente na cabeça de algumas pessoas e depois a gente vai colocar o produto ali dentro. Isso não casou bem, não soou bem com o que a gente estava querendo fazer dentro da Potencial, se a gente acredita que de fato a gente tem que testar uma hipótese, a hipótese não poderia ser somente a plataforma técnica senão a gente estaria entregando tecnologia por tecnologia. Então, nesse momento, a gente decidiu selecionar um produto que a Potencial acredita que deveria ser lançado e montamos o time para, a gente falou assim, “ok, vamos utilizar esse produto para viabilizar o embrião da plataforma e testar os conceitos que a gente está querendo validar?” E ok, era uma hipótese, então não fazia sentido a gente testar uma hipótese com nada, senão ela não seria válida, ela validaria baseado nas nossas crenças. Então a gente decidiu validar a hipótese confrontando com o mercado que era de fato um produto real que precisaria ser vendido. Foi formado o time, e foi construído inicialmente esse chassi da plataforma baseado em alguns componentes que a gente acredita que sejam padrão dentro de seguro, a partir do momento em que a gente entregou a primeira versão desse produto, ou seja, emitimos a primeira apólice de seguro, aí que nós passamos para o segundo passo do MVP que é, “ok, se essa apólice precisar ser cancelada, como é que a gente faz? E se essa apólice agora precisar ser endossada”, que é basicamente ser alterada, “o que é que nós fazemos? E se a gente precisar integrar isso agora com sinistro, o que é que a gente faz? Então, aí começou desenrolar de N necessidades, de N outras soluções ou outras expectativas que a plataforma precisava ser dotada, mas a gente não tinha capacidade para entregar isso tudo, depois que a gente falou, “opa, lançamos o produto”.Schuster: Olha, só, descola interromper, mas que coisa sensacional assim cara. Eu falo assim, você fala com uma naturalidade danada, mas isso é horrorizante para muitos, “mas como assim lançou e não pode cancelar? Como assim lançou e não pode endossar, como assim”? Tipo, assim, alguém, “isso é proibido, não pode”, ou seja, a premissa é o que? Se precisasse cancelar ia ser aquele estilo Unibanco 30 horas lá que eles falam que o cara ficava. Outro dia eu vi alguém postou um negócio no LinkedIn muito engraçado que o cara exemplo de MVP era um roleta, não sei se vocês viram isso, o cara botava um cartãozinho e ai tinha um cara dentro da roleta e ele pegava o cartãozinho e entregava na frente assim, sabe? Para fazer ver se ia funcionar. Vocês estavam admitindo usar contingências, fazer na mão, fazer o que precisasse, mas não abrindo mão de testar logo a hipótese de que dava para emitir uma apólice lá, é isso?Jiban: É bem isso mesmo. Então assim, a gente tinha hipótese que era verificar se a plataforma sustentava um processo de emissão de uma apólice, porque nada adiantava a gente ter um processo de cancelamento se a gente não conseguisse nem emitir. Então, sim, a  gente, a empresa como um todo teve ciência que a gente iria lançar um produto no qual se a gente precisasse cancelar a gente faria esse processo manual até para a gente, inclusive, foi selecionado um produto que ele tinha um baixo índice que a gente chama tanto de sinistralidade quando de cancelamento, para a gente validar essa hipótese. Então o que é que a gente fez foi, nós reduzimos os nosso escopo de atuação, selecionamos, no caso, era um produto do ramo imobiliário e selecionou uma imobiliária bem mais próxima, conseguimos controlar o nosso cenário para que aí sim a gente pudesse validar a hipótese. Então foi algo desse tipo. E sim, fizemos os processos que fossem feitos manualmente.Fabricio: E aí, Schuster, você perguntou assim, que realmente não foi às mil maravilhas assim, falando assim foi parecendo que foi fácil? Porque de fato assim, acho que o mercado financeiro como um todo, o mercado bancário e de seguradora principalmente é um mercado muito conservador, é um mercado regulamentado, é um mercado que quem é regulamento por um órgão governamental. Então assim, não para poder, existem regras, existem regras muito bem definidas que regem aquilo. Então assim, a gente trazer essa ideia e esse pensamento de evolução incremental, interativa e incremental para a Potencial como um todo, foi um processo, foi um processo que já começo já a ter antes mesmo da plataforma, Jiban?Jiban: A gente brinca bastante que a gente está dentro de uma empresa de seguros. O que a empresa de seguros quer evitar a todo custo é risco, e quando a gente entra com um modelo interativo incremental, um modelo de agilidade, e um modelo de testar hipótese que a gente está querendo mais é abraçar o risco. Mentalmente, isso no ser humano que está dentro de uma empresa no qual tem a tendência de evitar o risco a todo custo é muito desafiador. É muito desafiador você chegar e falar assim, “não, a gente não vai ter cancelamento de fato, vai ser manual”, um exemplo disso a gente tinha como o Fabricio falou é um mercado regular. Então, a apólice que a gente emite a gente tem que fazer integração com a Susep que é o órgão regulador, que é o nosso regulador. Foi feito a confecção do arquivo para fazer a integração com a Susep foi feito de forma manual, naquele primeiro momento, porque a hipótese que a gente queria validar era se de fato a integração ou se a emissão de uma apólice para o seguro dentro da plataforma funcionava. Então, é nesse sentido, não foi mil maravilhas, foi a muito suor e dor de estomago.Schuster: Mas esse exemplo eu acho que é muito rico sim, porque assim, a gente sempre recordemente nos episódios o fato é que tem que dar o (fucking) [00:26:21] first step tem que fazer interativo, tem que ser incremental mesmo. E esse obstáculos que vocês colocaram eles servem muito de desculpa, não desculpa como se a pessoa fosse acomodada não, mas as pessoas se convencem dentro do que você falou de que é impossível, “não, mas se eu não integrar com a Susep não tem jeito nenhum, não adianta nem eu lançar se eu não fizer isso não adianta”. E as coisas não mudam, cara, e aí você passa, vai lá, e passa 1 ano, 2 anos, vai lá, vou nem citar o nome da empresa não, mas uma vez eu fui dar uma palestra numa grande empresa assim pela (Hyper Alliance) [00:26:54]. E aí, era engraçado o povo nesse lugar gozava sempre os grandes projetos de transformação, toda hora aparecia, igual, por exemplo, isso aí ao invés de virar o grande projeto da plataforma e aí que seria o comum, o grande plataforma de seguros da Potencial, ficam 2, 3 anos, brota aquilo um dia lá. A verdade, vocês botaram uma meta bem clara que permitisse vocês ao cumprir essa meta pegar a principal parte do fluxo de seguros e botar ali para funcionar e dali para frente vocês vão respondendo rápido?Jiban: É bem isso, a gente fala que assim, transformação é muito difícil você ter uma transformação que ela sai da agua para o vinho, entoa num dia um você está de um jeito, no dia dois você está completamente diferente, então assim, se você pegar qualquer tipo de transformação ou de mutação que existe dentro da estrutura da natureza ela é evolutiva. Então são pequenos incrementos que na hora que você percebe lá na frente a situação mudou muito. Então, é mais ou menos nesse modelo que a gente tenta imputar dentro da Potencial que são mudanças constantes, mudanças pequenas fazem com que lá frente a gente consiga perceber essa possibilidade de ter transformado os ecossistemas de seguros.Fabricio: Acho que ligado a isso também, a gente tem, pensando no conceito da plataforma, na necessidade da plataforma de ser aquele chassi que se adeque a vários seguros. Ocorreu uma movimentação dentro da Potencial dentro dos produtos, dentro das áreas da Potencial que tiveram que conversar muito mais, que tiveram que se conhecer muito mais, para quem está ali desenvolvendo, para os times que estão ali desenvolvendo conseguirem de fato fazer alguma coisa que foi ser alugável em diversos outros lugares. E isso também foi um, na verdade, nem foi um processo ainda está acontecendo.M1: Impulso ágil, acelerando a sua jornada para o Agilismo.Ludmila: Oi pessoal, eu sou a Ludmila, sou account manager e líder de tribo na DTI e hoje eu vim dar uma dica sobre como podemos fazer uma reunião de retrospectiva de tribo, que é uma equipe com entre 30, 50 pessoas de forma produtiva. Nós fazemos uma retro de toda a tribo uma vez ao mês, com o objetivo de identificar pontos de melhoria. É uma reunião que não é fácil de convergir, devido ao número grande de pessoas, mas com a facilitação correta e a dinâmica correta, ela pode sim ser muito produtiva. É fundamental, primeiramente, ter um bom facilitador que seja firme com a condição da reunião, em termos do time box de cada coisa e de quando deixar uma discussão fluir sem divergir. Essa pessoa precisa trazer o grupo de volta e conduzi-lo ao que se programou sempre que necessário. Sobre as dinâmicas tem vários caminhos que a gente pode seguir, uma primeira possibilidade é dar chance de cada um falar, para isso, o facilitador precisa determinar a ordem e precisa ser muito rigoroso, você está num time box curto para caramba. Outra forma, é dividir o time em grupos e depois compartilhar os pontos de cada grupo por meio de um representante. Assim, todos tem a oportunidade de serem ouvidos, porém, a gente reduz os pontos de comunicação. Outra dinâmica que a gente usa bastante é o painel de post-its, então nesse painel as pessoas têm alguns minutos para registrar por escrito suas ideias, pontos positivos, pontos a melhorar. Isso feito, o facilitador já faz uma primeira triagem e organiza todas as ideias, visto que, muitas ideias vão se repetir ou vão se complementar e com isso ele já reduz a quantidade de itens que vão ser discutidos. Então, o próximo passo são as pessoas votarem naquelas ideias que elas consideram mais críticas e aí a discussão é feita em cima dos pontos mais voltados. Esse é um formato que funciona muito bem, e é um dos que a gente mais utiliza. Enfim, uma reunião com esse número grande de pessoas ela tem sim suas dificuldades, mas eu entendo que o ponto chave é uma boa facilitação e uma dinâmica adequada. Remotamente, a gente tem utilizado algumas ferramentas na internet, como FunRetro, IdeaBoardz que são painéis de post-its virtuais, que também funcionam muito bem. Nossas retro são sempre muito produtivas, e geram insights muito valiosos. Esperam que vocês tenham gostado, um abraço a todos.Schuster: Então, beleza assim, até lembrei aí pelo livro que eu adoro chama Sit at the table, sabe? Que o cara fala muito isso, que se você tem uma grande transformação é um (inint) [00:31:58], porque mostra que você não está fazendo isso que você falou Jiban, de continuamente mudando. Aí eu queria perguntar agora uma outra coisa, sabe? Porque é uma outra dimensão que eu acho importante. Como é que vocês venderam essa visão para o negócio? Porque você chega para o negócio e pedir para eles não só o que você falou do risco, mas para esperar não sei quanto tempo para botar uma coisa que só vai emitir uma apólice, sendo que assim, é claro, isso requer uma visão estratégia porque no fundo a pessoa está fazendo aquela aposta no futuro. Mas só que por outro lado, poxa, convencer que uma plataforma é tão importante é meio técnico, você tem que convencer, sabe? Aquela história que eu falo até da ignorância intencional, talvez os executivos na empresa tenham que começar a entender um pouco mais de o que é que significa desenvolver softwares, porque senão eles não vão saber entender que vale a pena fazer uma plataforma. Como é que foi isso?Jiban: Outro desafio, então assim, esse desafio foi interessante porque como você falou assim, no início mostrar que era necessário fazer uma plataforma era algo técnico. E tecnologia por tecnologia não era possível de vender, foi nesse momento que a gente, eu lembro como se fosse hoje a gente, nós fizemos um trabalho junto com a DTI mesmo de trazer todo o time, primeiro todo o time de negócio para dentro da DTI para eles conceberem esse modelo único de seguros e não chamando de plataforma. E primeiro foi esse processo, então nós desenvolvemos todas as áreas, se eu não me engano, Fabricio estava nesse momento. Como naquele momento a gente era também bem novo dentro da Potencial, então a gente conhecia muito pouco do negócio então também seria ignorância da nossa parte tentar construir algo sem a participação do negócio. Então, foi fundamental a participação deles para enxergar e descrever como que o processo de seguro ele é padronizado. Então, isso não nasceu da TI, a única coisa que a gente fez foi, “ok, é possível, baseado nisso que vocês falaram e dissertaram sobre seguros para a gente, construir esse chassi”, e só depois que esse modelo mental já estava projetado na cabeça deles, inclusive, tinham desenhos já que estavam rodando dentro da Potencial sobre esse macro modelo que aí sim a gente chamou de plataforma.Schuster: Vocês criaram uma visão compartilhada do que é que era possível no nível de negócio mesmo, do cara entender do ponto de vista de negócio como era possível ele ter ali aquelas etapas mais genéricas, ao mesmo tempo conseguisse especializar certas etapas, para mais para frente contar, “agora, para fazer isso nós temos que começar a mudar as nossas fundações aqui e vamos fazer dessa forma?Fabricio: O Jiban, ele gosta muito de falar assim muito de entender o significado assim das coisas, e eu acho que dessas imagens aí que ele falou, a que mais foi relevante era que foi uma imagem bem simplesinha, onde a gente colocou os processos assim de contratação no seguro. E a gente foi colocando o significado de cada uma das etapas, o que é que entra, o que é aquilo ali faz e qual que é o útil daquilo? E ainda, quando a gente fez isso e compartilhou isso com as pessoas que estavam ali, acho que ficou mais claro assim para todo mundo, “ok, de fato é isso mesmo, de fato é dessa forma com que uma contratação de seguro funciona”.Jiban: É isso aí, a gente trouxe para a área de negócio, porque seria ignorância da nossa parte tentar um mecanismo técnico para solucionar um problema que a gente não conhecia. Então, de fato, o negócio construiu uma visão e TI, que é o que a gente está fazendo ali basicamente a gente pega aquilo e tangibiliza em um mecanismo técnico, mas a visão é de negócio, ela que norteia.Schuster: E do ponto de vista estrutural então, a empresa tem transformado a estrutura dela para acompanhar, sabe aquela história da lei de (Conan) [00:36:20] que assim, você talvez fique (inint) [00:36:24], não sei quantos conhecem isso, mas é porque tem uma Jiban, pode até explicar melhor, mas tem uma lei que mostra que a arquitetura da solução sua vai acabar limitando o que é que você consegue fazer do ponto de vista dos seus times também, é a topologia dos times. Então, se a empresa quer poder partir vários negócios em paralelo ela tem que ter arquitetura que possibilite isso. Por outro lado, se você tem essa arquitetura agora é um desperdício não fazer isso, não criar estrutura, a empresa tem conseguido criar essa estrutura agora que de forma que ela comece a gerar muito valor nessa plataforma?Jiban: A lei de (Conan) [00:37:01] ela é implacável.Schuster: Explica um pouquinho, o que é que é a lei de (Conan) [00:37:04], talvez então tenha explicado.Jiban: (Conan) [00:37:08] ele descreveu que os sistemas reproduzem a estrutura da empresa. Então se você tem uma empresa no qual ela trabalha em silos muito dificilmente você vai conseguir fazer uma estrutura distribuída. Se você tem uma empresa no qual você tem “aquele departamento só mexe com A, aquele departamento só mexe com B”, ou é muito difícil você construir uma estrutura que hoje também está na moda de micro serviço. Então, software nada mais é do que uma representação tangível, intangível da organização. E é assim mesmo, por isso que a gente fala que o negócio representa, ele que puxa o que é que a gente deve construir em termos de solução. A partir do momento em que a gente fala muito em hackear sistemas dentro da Potencial, então a partir do momento em que foi concebido isso, esse macro modelo dentro da Potencial, a gente tangibilizou de uma forma técnica na qual obrigatoriamente as áreas precisariam começar a se conversar. E obrigatoriamente, a gente começou a fazer esse movimento de descentralização. Então, não tinha muito emblemático, quando a gente chegou dentro da Potencial, poucas pessoas detinham total conhecimento da estrutura. Hoje, como o Fabricio comentou, ok, é uma área financeira pode fazer sistemas (inint) [00:38:40], ou uma área locatícia pode fazer sistemas financeiros e não tem problema, você não fica mais preso numa caixa. Isso obrigatoriamente faz com que o negócio se movimente e comece a entender que a solução é construída em conjunto e totalmente interligada, então como o Fabricio também comentou é uma área, tem que conversar com outra área, que tem que conversar com outra área, para que esse todo funcione. E aí, a gente quebra essa estrutura, aí faz sentido a gente falar de práticas de (devops) [00:39:14], faz sentido a gente falar de práticas de fato de serviços distribuídos, faz sentido a gente pensar numa arquitetura que seja capaz de responder a esses requisitos.Schuster: E o que é que você enxerga de futuro aí agora, o futuro é no fundo todos os produtos que têm indo para a plataforma gradativamente, como é que é? Claro, eu não imagino que tenha um plano rígido aí não, mas quais são essas grandes metas assim? Eu escuto bastante os Agilistas falar sobre futurologia, projetos do futuro é muito desafiador e arriscado, porque a gente fala algo que muito provavelmente que não vai acontecer. Então assim, a gente tem muitas operações que ainda estão rodando dentro da Potencial no modelo que já existia, porque a operação é o core da empresa, é onde que o faturamento acontece. Nós estamos fazendo gradativamente pequenos movimentos para trazer produtos para dentro da plataforma. A gente ampliou um pouco esse horizonte, a gente não está chamando mais só de plataforma, a gente está chamando de um ecossistema de seguros, que de fato são elementos que a gente acredita que estão na academia de valor de uma empresa se seguros. Então o Fabricio viu outro dia uma representação da nossa cadeia de valor e a representação do ecossistema de seguro, eles são muito similares, porque a gente acredita que pequenos produtos vão fazer essa migração, todos os produtos? Não acredito, porque senão a gente vai achar que tem uma receita de bolo e que sempre é melhor migrar para esse novo modelo do que o outro que está já dando resultado, a gente não tem um custo operacional. E ele está funcionando de forma satisfatória e não tendo nenhuma detração do negócio. Então, novamente, o negócio pede a gente olha como a gente atende, não tem uma receita.Schuster: Não tem esse dogma que necessariamente tem que estar lá.Fabricio: Só queria apontar igual o Jiban comentou sobre essa ampliação de plataforma para ecossistema, porque quando a gente pensa em ecossistema, por exemplo, o Jiban deu o exemplo da solução de pagamento. A solução de pagamento em si ela não faz parte ali do chassi de contratação de um seguro, ela é necessária para fazer com que aquilo aconteça, ou seja, essa solução está dentro do ecossistema. E os produtos, os outros produtos que porventura não vão entrar, podem ser que não entrem na plataforma vão utilizar dessa solução do ecossistema em si. Então, a construção da plataforma, as coisas que vão surgindo e aí que vão alimentando o ecossistema vão sendo disponibilizadas para os outros produtos também que, porventura, pode ser que não entrem na plataforma.Schuster: Cara, vou te falar gente, infelizmente, estamos chegando ao final aqui. Cara, você sabe que curioso hoje eu falo muito para cliente, que assim, a organização ela tem, uma empresa ela (inint) [00:42:15] ela tem impedimento organizacionais e impedimentos arquiteturais, e eu achei esse episódio muito legal porque ele expressa muito bem o que é que o que café com leite, que a gente fala tanto sabe? Que é tangencial e mudança na pratica, porque assim, na verdade, é isso que está acontecendo, existe uma visão, mas aquela visão começou a ser executada rapidamente de forma pragmática, gerando aprendizado e mudando arquitetura, mudando a organização, uma coisa realimenta a outra, porque se as duas coisas não mudarem como o Jiban acabou de colocar uma coisa vai acabar limitando a outra. Então assim, acho que esse episódio vai ser muito proveitoso, Jiban, muito obrigado aí pela sua presença e espero que a gente possa fazer outras no futuro.Jiban: Obrigada, Schuster, mais uma vez a gente acredita bastante nessa transformação, a gente acredita bastante por isso até o nome ecossistema que ele está em constante mudança, então uma coisa muda a outra é muito interessante ver a empresa mudando completamente. Então sim, o presidente já fala com a gente em termos técnicos, ele já fala de barramento de serviço com a gente. Então, a gente muda tanto tecnicamente quanto muda a estrutura organizacional, então é muito interessante estar podendo, um privilégio estar podendo participar dessa transformação dentro da Potencial.Schuster: É empolgante mesmo. Fabricio, obrigadão também, abração para você, cara.Fabricio: Obrigado, pessoal.
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os agilistas

#89 Plataformas digitais: conectando produtos e consumidores