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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de Enzimas – breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.M2: Pessoal, hoje eu queria falar um pouquinho sobre mais uma coisa interessante que eu li naquele livro do (inint) [00:00:16], que é um capítulo em que ele dá, digamos assim, recomendações para políticas públicas, mas eu acredito que isso valha muito para as empresas também. Ele tem uma recomendação que é a seguinte: (inint) [00:00:28], ou seja, quando você vai elaborar uma nova política, procure uma proximidade mental. O que que ele está dizendo? Que a gente tem um costume de se afastar muito do problema real, partir de algum modelo que é muito matemático ou muito distante do problema e pensar a realidade toda a partir daquele modelo e muitas vezes conceder coisas que não têm nada a ver com a realidade. Então é interessante que como tudo é ambíguo, ele deixa claro o tempo todo que, obviamente, a gente trabalha com modelos para poder simplificar o mundo. Só que ao mesmo tempo, a gente não pode cair na armadilha de, pelo fato de a gente trabalhar com modelos, a gente simplesmente se afastar completamente da realidade, tentar ter só alguns indicadores quantitativos que representem toda a realidade e ficar ali, do alto daquele modelo, daquela distância daquele modelo tentando interferir numa realidade que você nem conhece direito. Então, nesse âmbito aí de políticas públicas, ele resgata a etnografia, que seria o estudo de uma cultura, um estudo que você faz localmente, por meio de observação, em que você procura entender a realidade diretamente, tentando interferir nela minimamente possível e extrair comportamentos. Isso é superinteressante, porque quando uma empresa também deseja criar um produto, quando ela deseja ser (inint) [00:01:59], ela tem que tomar cuidado para não continuar para o seu umbigo e criando modelos que sejam muito cômodos para elas, mas que não representem a realidade. Então, a empresa tem que investir também em etnografia – e esse investimento em etnografia, na prática, vem se traduzindo no que vem ficando famoso como (inint) [00:02:23] – uma das várias formas. Na verdade, um time ágil, que tenha espaço e liberdade para interagir bastante com a realidade e não ficar preso num lugar, simplesmente fazendo funcionalidades, ele já começa a ter essa etnografia como uma disciplina mais do time como um todo. Obviamente, é fundamental ainda ter alguns papeis, algumas competências específicas que permitam o uso de ferramentas para poder, realmente, descrever os comportamentos dos consumidores. Então achei essa lição, digamos assim, do livro muito interessante: a gente tomar cuidado para não abstrair demais a realidade, perder o contato com a realidade, e aí, somando-se a isso, a nossa necessidade de ficar na zona de conforto, a necessidade de uma empresa de continuar fazendo o que ela já fazia antes, a empresa, na verdade, não está sendo (inint) [00:03:21].
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os agilistas

Enzimas #81 Se você quer ser Customer Centric, não se distancie da realidade

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